
Desculpe!
Mas a água
Veio pra apagar
O que escrevi
Há ferrugem entre nossas mãos
Sobra entre nossos peitos
“Eu não tenho nada,
mas quando tiver não divido contigo”
Eu Queria ser o Rei Arthur lembra?
Sobrevivemos a tudo...
Mas não tem importância
Eu nasci para ser esquecido...
Mas a água
Veio pra apagar
O que escrevi
Há ferrugem entre nossas mãos
Sobra entre nossos peitos
“Eu não tenho nada,
mas quando tiver não divido contigo”
Eu Queria ser o Rei Arthur lembra?
Sobrevivemos a tudo...
Mas não tem importância
Eu nasci para ser esquecido...
Um comentário:
belo poema. ou a gente morre de sede ou morre afogado, não é?
ei, vamos combinar o seguinte? deixe os poemas deprês para mim, fique com o seu surrealismo fantástico. é mais perfeito para você.
beijo da magra!!!
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